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Posts Tagged ‘Amor’

Ricardo Schmidt, você sabia que amigos são os melhores irmãos que Deus nos permitiu escolher, por isso, é sempre maravilhoso poder partilhar nossa felicidade com os melhores amigos, eu lhe disse melhores amigos.

Por isto, gosto quando você me liga na parte da tarde falando que esta se divertindo com os amigos ai na Austrália, quando você me liga pelo skype sem identificação e ficamos falando horas a fio, quando me liga e aparece vários números no display do meu celular ou até quando eu não posso te atender. Mas também gostava de te ligar na madruga, mas você ficava preocupado com os seus pais, ai parei de ligar, mas não deixá-lo estressadinho 😀

Legal mesmo é quando nos encontramos e ficamos revivendo o passado e dando risada das diversas loucuras que fizemos juntos e o pior te tudo isto e que não passamos uma vida juntos e sim um período de nossas vidas, MAS que vivemos intensamente e isto é o que realmente interessa.

Ainda hoje, quando trocamos e-mail, damos muitas risadas, ficamos tristes e trocamos experiências de vida juntos e creio que isso sim, seja uma amizade verdadeira.

Logo em uma data tão importante como a data do seu aniversário, eu não poderia apenas lhe passar uma mensagem copiada e colada, eu precisava fazer alguma coisa diferente como sempre o fiz para você…

Então por isto coloquei algumas fotos nossa, para reviver que já passamos juntos… não se preocupe, aquelas da sauna gay eu tirei.

Ricardo Schmidt e Jefferson Amado

Ricardo Schmidt e Jefferson Amado

“Que seu caminhar seja sempre premiado com a presença de Deus, guiando seus passos e intuindo suas decisões, para que suas conquistas e vitórias sejam constantes em seus dias meu amigo.”

Abraços do seu amigo Jefferson Amado, Claudia Amado e família.

Ah, já estava me esquecendo – “FELIZ ANIVERSÁRIO”

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Compartilhe com o seu amado amigo que também esta distante, ele pode estar precisando de uma palavra amiga e morrendo de saudades de vocês.

Fonte: Jefferson Amado
Gestão de Conteúdohttp://www.PublicaConteudo.com.br / Publicação de Conteúdo e Posicionamento web

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Padrasto, Saudades, Família, Jefferson Amado

Padrasto, Saudades, Família, Jefferson Amado

Sabemos que a partida deste mundo é algo normal e que, de repente, as pessoas vão para um lugar melhor, ao menos é o que dizem, não sabemos se é verdade ou não, pois ninguém nunca voltou para nos contar como são as coisas por lá.

O verdadeiro sentimento neste momento é a saudade, a dor da perda e também o arrependimento por ter falado demais ou, de menos, por não ter visitado outros lugares que o senhor gostaria de ter conhecido (voar balão e avião bi-motor…). Só sei que agora é um momento complicado para quem fica, pois, são os vivos que continuam com a consciência da existência, quanto os que partiram, assim como senhor o fez, deixaram tudo para trás… Mergulharam no amanhã inevitável e completamente maravilhoso.

Talvez, o senhor e outros que já se foram (como o meu querido tio Mauro e o meu avó imortal, que está aqui no meu coração), estejam nos olhando de onde estão, talvez não, um dia saberemos… Talvez esperem que nós mesmos encontremos as respostas para nossas perguntas e, de alguma forma, possamos compreender o que não se pode entender, pois nem tudo nesta vida é para compreendermos, por exemplo: a morte.

A morte, por mais difícil que seja é apenas uma manutenção para nossa existência, ela é o topo de nossa cadeia alimentar, somos devorados a cada ano, mês, dia, hora, minuto, segundo… Por isso, precisamos usar este momento como marco… para mudanças, pois é exatamente o que esta acontecendo, uma drástica mudança na vida de todos da família.

Perder alguém é sempre doloroso para aqueles que ficam, mas talvez para quem parte, não seja tão ruim… Se desprender do magnetismo que nos prende ao solo, as necessidades de materiais para sobreviver neste plano, enfim, a morte também pode ser um anjo libertador da pessoa e também da família, pois quem gosta de ver alguém próximo sofrendo lentamente sem esperanças de cura? Quem? Pode parecer grosseiro, mas Deus foi bondoso como senhor, pois não sofreu muito, pois têm pessoa que sofrem a vida toda, ou até anos.

Acho que é o momento de pensarmos e entendermos que a morte é mais uma passagem, um ingresso para uma nova existência, por isso nosso corpo foi feito com prazo de validade, para não corrermos o risco de passar do tempo necessário para aprendermos o que precisamos aprender.

Ninguém parte na véspera, todos temos o momento certo para seguir mais adiante, sei que às vezes, a morte não parece justa, contudo, neste mundo que vivemos, de caminhos intrincados, tudo acaba seguindo para um único e determinado ponto, agora, é o momento de chorar, de sentir saudade, de se vestir de preto (estou seguindo a risca) de lembrar o que foi dito e o que não foi dito, e ouvir o senhor falando “FALA FILHÃO…” , não podemos esquecer de continuar, pois, como aqueles que partiram, um dia chegará a nossa vez de embarcar.

E também deixaremos muitas pessoas com saudade, pois como todos os seres humanos, somos importantes uns para os outros, no entanto, às vezes, infelizmente esquecemos-nos de dar o devido valor devido aos fatos que nos envolve, até o momento de partir, onde o regresso é apenas uma lacuna possibilidade, por fim… O luto de perder alguém é mais uma saudade, um momento de estar mais próximo, de falar o que se deve ou calar o que não deve dizer.

Mas, tais coisas, infelizmente acontecem para aprender, que não podemos deixar para amanhã o que podemos fazer deste momento em diante.

Saudades do senhor, meu anjo, meu amigo…

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Compartilhe com quem esta precisando de uma palavra de conforto, publique no seu mural do facebook, twitter… repasse

Fonte:  Adriano Villa
Adaptações: Jefferson Amado
Gestão de Conteúdo: http://www.PublicaConteudo.com.br / Publicação de Conteúdo e Posicionamento web

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Jefferson Amado e Luis Fernando Rodriguês

Jefferson Amado & Luis Fernando Rodrigues

Você tem um amigo de verdade?

Existem muitos amigos, mas os amigos verdadeiros ainda são uma raridade e você deve saber muito bem disto.
Um dia desses, enquanto alguns amigos conversavam de forma descontraída, podia-se observar que um deles, em especial, trazia no rosto um semblante calmo, e sua serenidade espalhava um hálito de paz no ambiente.
Logo mais, aquele jovem senhor deixava o recinto para atender alguns compromissos e, com a alma dorida, falava-nos de algumas dificuldades que estava enfrentando.

Qual espinho cravado no peito, a calúnia feita por um falso amigo lhe fustigava a alma. E, apesar de ter o coração dilacerado, ele conseguia exalar perfume ao seu redor, bem tranquilo, sereno e tentando poupando os demais companheiros do seu infortúnio. (conhece alguém assim?)

Falava-nos, com certa tristeza, mas sem rancor, que um amigo maledicente havia espalhado inverdades a seu respeito.
Logo mais estarei com ele e sei que irá me abraçar e até chorar em meu ombro como já o fez. E mesmo sabendo o que ele diz de mim pelas costas, retribuirei o abraço sem nada dizer. – Falava-nos aquele homem nobre.

Não negava que a atitude do amigo o incomodava, mas, em momento algum se deixou levar pelo ódio, pela mágoa ou pelo desejo de vingança.

Amigo é aquele que bebe contigo na horas boas e vai na igreja nas horas não tão boas assim, pq não? É aquele que quando todos querem te deixar de isolado, de lado, ele quer ficar do seu lado; é aquele que quando alguém não te pega na mão, não te cumprimenta, ele quer sim segurar sua, não te deixando isolado; é aquele que quando você cai da moto e o único a te visitar e ainda leva chazinho pra você, faz você sorrir, leva alegria pra sua casa; é aquele que quando você esta precisando de grana, te empresta sem ao menos perguntar se você quer, quem não gostaria de ter um amigo assim? Quem?

Sem dúvida, ter amigos de verdade é o que todos desejamos, mas nem sempre nos propomos a ser amigos verdadeiros.
Perdoar um amigo significa dar-lhe uma prova de amizade, pois quando cometemos algum deslize desejamos que, pelo menos, os amigos nos entendam, nos escutem e nos estendam a mão.

Mas, infelizmente, nem sempre agimos com os amigos da maneira que gostaríamos que eles agissem conosco.
E, no momento que ouvíamos aquele amigo de verdade mostrar tamanha compreensão para com o seu caluniador, lembramo-nos de Jesus.

Quando Judas chegou, trazendo os guardas para o prender, Jesus dirigiu seu olhar compassivo ao traidor e lhe perguntou: A que vieste, amigo?

Jesus não só perdoou o amigo infeliz, como também compreendeu a sua miséria moral. Em outro momento, quando Pedro negou que o conhecia, por três vezes, e se desesperou ao perceber que Jesus o observava, sereno, por entre as grades da prisão, o Mestre o consola:

Pedro, os homens são mais frágeis que verdadeiramente maus. Certamente um afago que Pedro jamais esqueceria… Um amigo de verdade, diante dos maus passos dos amigos, age com compaixão, com piedade, com tolerância, com benevolência…

São amigos assim que fazem falta no mundo… Um amigo que olhe nos olhos, sem nada para esconder… Um amigo que defenda o seu amigo ausente diante de comentários maldosos… Um amigo que não tenha medo de dizer que é amigo…
Que não sinta vergonha de admitir que está com saudades… Que ligue tarde da noite só para saber se o amigo está bem, porque teve um sonho ruim com ele e quer se certificar de que foi apenas um sonho… Que no seu aniversário ligue a meia noite e seja o primeira a te dar os parabéns… Que seja bombeiro na sua vida e na vida da sua família e não o incendiário.

Por tudo isso, vale a pena pensar um pouco sobre esse tesouro que se chama amizade.
E é sempre bom lembrar que não se consegue construir amizades sólidas em bases falsas e mentirosas.

Se você acha bom ter um amigo de verdade, lembre-se de que não se pode só desejar amigos assim, é preciso ser um amigo verdadeiro e correr atrás do seu amigo, se desculpar, passar e-mail, ligar, enviar torpedo… isto se “ELE” realmente vale a pena, se ele já viveu os altos e baixos da vida com você e se ele não é apenas uma amigo de obá-obá, balada, churras…

Amigos são como flores nobres semeadas ao longo do nosso caminho, para que possamos aspirar perfume em todas as estações.

Falei tudo isto para te desejar um Feliz Aniversário e para deixar registrado em meu Blog e agora pra sempre, o quanto eu e minha família gostamos de você.

Feliz Aniversário – 15/12/12
1 Coríntios 13:4-7

Jefferson Amado, Claudia Cruz e Família – (o Pluto faz parte da família)

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Os excluídos, Jefferson Amado

Os excluídos, Jefferson Amado

Ao contrário do que o título desta crônica possa sugerir, não vou falar sobre aqueles que vivem à margem da sociedade, sem trabalho, sem estudo e sem comida. Quero fazer uma homenagem aos excluídos emocionais, os que vivem sem alguém para dar as mãos no cinema, os que vivem sem alguém para telefonar no final do dia, os que vivem sem alguém com quem enroscar os pés embaixo do cobertor. São igualmente famintos, carentes de um toque no cabelo, de um olhar admirado, de um beijo longo, sem pressa pra acabar.

A maioria deles são solteiros, os sem-namorado. Os que não têm com quem dividir a conta, não têm com quem dividir os problemas, com quem viajar no final de semana. É impossíver ser feliz sozinho? Não, é muito possível, se isso é um desejo genuíno, uma vontade real, uma escolha. Mas se é uma fatalidade ao avesso – o amor esqueceu de acontecer – aí não tem jeito: faz falta um ombro, faz falta um corpo.

E há aqueles que têm amante, marido, esposa, rolo, caso, ficante, namorado, e ainda assim é um excluído. Porque já ultrapassou a fronteira da excitação inicial, entrou pra zona de rebaixamento, onde todos os dias são iguais, todos os abraços, banais, todas as cenas, previsíveis. Não são infelizes e nem se sentem abandonados. Eles possuem um relacionamento constante, alguém para acompanhá-los nas reuniões familiares, alguém para apresentar para o patrão nas festas da empresa. Eles não estão sós, tecnicamente falando. Mas a expulsão do mundo dos apaixonados se deu há muito. Perderam a carteirinha de sócios. Não são mais bem-vindos ao clube.

Como é que se sabe que é um excluído? Vejamos: você passa por um casal que está se beijando na rua – não um beijinho qualquer, mas um beijo indecente como tem que ser, que torna tudo em volta irrelevante – você inclusive. Se lhe bate uma saudade de um tempo que parece ter sido vivido antes de Cristo, se você sente uma fisgada na virilha e tem a impressão que um beijo assim é algo que jamais se repetirá em sua vida, se de certa forma este beijo que você assistiu lhe parece um ato de violência – porque lhe dói – então você está fora de combate, é um excluído.

A boa notícia: você não é um sem trabalho, sem estudo e sem comida – é apenas um sem-paixão. Sua exclusão pode ser temporária, não precisa ser fatal. Menos ponderação, menos acomodação, e olha só você atualizando sua carteirinha. O clube segue de portas abertas.

(Texto de Martha Medeiros – 07 de junho de 2004)
Enviado por: Claudia Cruz
Publicado por: Jefferson Amado

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Campanha Institucional da Nextel com o ator Fabio Assunção.

Eu vivo muitas vidas.
Mas o fato eu não posso interpretar.
Este personagem aqui eu não escolhi,
mas sei que são minhas escolhas que defini quem eu sou.
Lutei, desisti, abandonei, duvidei, esqueci, me encontrei
mas não foi atoa que descobri meus medos e virtudes,
foi por ter liberdade em minhas escolhas.
Ainda vou ter muitas vidas nesta vida, mas felicidade e ser eu mesmo…

www.MEADICIONA.com/JeffersonAmado

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A Odisseia de Homero - Jefferson AmadoEu tenho gato em casa e sei  que eles são dotados de uma sensibilidade incrível e possuem uma forma peculiar de encarar a vida.

Este livro bem como, Homero  o gato, tem muito a ensinar.

Abandonado, cego e rejeitado, ele tinha tudo para ser amuado e medroso. Ninguém imaginaria que um gato sem os olhos – que precisaram ser retirados cirurgicamente para garantir sua sobrevivência – seria capaz de levar uma vida normal, com a alegria e a esperteza características dos felinos.

Contrariando todas as expectativas, Homero vivia como se seus olhos não lhe fizessem falta. Era bagunceiro, implicante, temperamental, divertido e dengoso como qualquer outro gato. Gwen Cooper fazia questão de afirmar que ele não era diferente. Mas ele era.

Diferente não por causa da falta de visão, mas por sua capacidade de fazer aflorar nas pessoas o que elas tinham de melhor. Parecia haver em seu espírito uma sabedoria oculta e uma energia latente que inspiravam todos à sua volta.

Homero se tornou o centro do mundo de sua dona. Foi se esforçando para garantir a segurança do seu gato que ela aprendeu a estabelecer a sua própria. Foi preocupando-se com a felicidade dele que Gwen percebeu quanto estava sozinha. E foi lhe oferecendo um amor incondicional que ela permitiu que esse sentimento entrasse em sua vida.

Mais do que um livro divertido e comovente sobre as aventuras de um gatinho, A odisseia de Homero é uma história de superação, de autoconhecimento, de transformação e de crescimento pessoal. Ela vai fazer você rir, se emocionar e compreender que, para conseguir o que queremos da vida, muitas vezes precisamos dar um salto no escuro, da mesma forma que Homero: confiando em nossos instintos e acreditando que sempre cairemos de pé.

Detalhes da Edição

Título: A Odisseia de Homero
Subtítulo: A história de um gato cego e destemido e as lições que ele me ensinou sobre o amor e a vida
Autor: Gwen Cooper
Tradução: Fabiano Morais
Editora: Gmt Sextante
Edição: 1
Ano: 2010
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 2100 x 1400 | 288 páginas

Ficha Técnica

ISBN: 978-85-7542-582-4
Peso: 290g

Valor de mercado: + ou – R$ 19,90

Link para compra na Livraria Saraiva: http://is.gd/eLIGU 

www.MEADICIONA.com/JeffersonAmado 

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Mãos dadas - Jefferson Amado

Mãos dadas - Jefferson Amado

Para saber amar os outros, você tem que amar a si mesmo, para depois amar os outros.
Digo que a cada dia que passa eu aprendo um pouco mais a me amar e amar os outros. Você sabe amar o próximo? Eu estou aprendendo. Estou aprendendo a aceitar as pessoas, mesmo quando elas me desapontam.
Mesmo quando elas fogem do ideal de amizade que tenho para elas, quando me ferem com palavras ásperas ou ações impensadas; mesmo assim eu as amo, não sou bobo, mas aprendi a aceitá-las assim mesmo, com suas diferenças.
Quanto falam que estou criando monstros em minha cabeça ou até quando falam que minhas superações e desafios não são desafios reais para mim. Mesmo quanto elas falam isto, eu as entendo, pois não sabem e não conseguem fazer o que eu faço e não sabem o que passei para chegar ao ponto de superação que cheguei.

É difícil aceitar as pessoas assim como elas são, não como eu desejo que elas sejam mas como eu gostaria que eles fossem, independentemente de estarem certas ou erradas.
É difícil, muito difícil, mas estou aprendendo; juro que estou aprendendo todos os dias da minha vida.
Estou aprendendo a amar as pessoas, minha família cada dia mais, será que isto é da idade que vai chegando?
Não! Tenha certeza que não, pois sempre fui de gostar e chegar ao ponto de amar as pessoas.
Com minhas atitudes e gestos de amizade com todos ao meu redor, fui aprendendo a escutar, escutar com os olhos, ouvidos e coração, escutar com a alma e com todos os sentidos.

Escutar o que diz o coração, as mãos irrequietas, o que dizem os ombros caídos, os olhos, as pernas que balançam.
Escutar a mensagem que se esconde por entre as palavras corriqueiras, superficiais; Descobrir a angústia disfarçada, a insegurança mascarada, a solidão encoberta. Penetrar o sorriso fingido, a alegria simulada, a vangloria exagerada.

Descobrir a dor de cada coração.
Aos poucos, estou aprendendo a amar todos ao meu redor.
Estou aprendendo a perdoar, demora, mas estou aprendendo sim.
Pois o amor perdoa, lança fora as magoa, e apaga as cicatrizes que a incompreensão e insensibilidade gravaram no coração ferido.
O amor não alimenta magoas com pensamentos dolorosos.

Não cultivo ofensas com lástimas e autocomiseração.
O amor perdoa, esquece, extingue todos os traços de dor no coração e na alma.
Passo a passo, estou aprendendo a perdoar as pessoas e a amá-las cada vez mais. Estou aprendendo a descobrir o valor que se encontra dentro de cada vida, alias de todos as vidas.

Valores soterrados pela rejeição, pela falta de compreensão, carinho e aceitação, pelas experiências duras vividas ao longo dos anos.
Estou aprendendo a ver, nas pessoas a sua alma e as possibilidades que Deus lhes deu.
Estou aprendendo. Sei que este aprendizado é lendo para algumas pessoas e mais rápida para outras, mas estou aqui dizendo que estou aprendendo sim!

Como, é difícil amar! Amar as pessoas se torna mais fácil quando de dão amor, quando você nasceu em um berço de amor, pois ai você sabe que é gosto e sabe muito mais o que dar as outras pessoas. Todavia, aquelas que não nasceram neste mesmo berço, estão tropeçando, errando, mas vão aprender também o que é amar o próximo.

Aprendendo a pôr de lado as suas próprias diferenças, dores, angustias, seus interesses, suas ambição, seu orgulho quando estes impedem o bem-estar e a felicidade de alguém!
Mas não dá para fingir amor!!!
Isso não dá mesmo!!!
Isso é uma falta enorme: “respeito” com o próximo, mesmo que o próximo seja “VOCÊ”.

Certas atitudes não tem data de validade!!!

Jefferson Amado

Visite: http://meadiciona.com.br/jeffersonamado

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