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Archive for the ‘Pírulas da Bondade’ Category

Não basta ser bonzinho, precisa mesmo é saber ajudar!

Conheço pessoas que falam que ajudam, mas será que são doadores de bondade mesmo ou só querem ir para o obá-obá para saírem em fotos, festas e depois dizem que estão ajudando?

Como será esta ajuda? Esta sendo uma ajuda de qualidade? No dia das crianças fez doação de brinquedos para os mais necessitados e nos outros dias do ano, o que ele fez? Basta doar sangue a 20 anos como eu ou é preciso fazer mais que isto? Será que estas pessoas doam suas roupas e objetos que não utiliza mais, as pessoas carentes?

Se você é daqueles, que só ajuda passando os outros passando frases feitas, correntes e só aparece em eventos para tirar fotos e depois dizer que sempre ajudou e que participa deste grupo de pessoas boazinhas. Acho que você precisa rever os seus conceitos meu amigo. Em minha opinião, ajudar o próximo e ajudar primeiros os seus familiares e amigos mais próximos, pois acredito que de nada adianta querer mudar o mundo sendo que os que estão ao seu lado estão precisando e necessitando de ajuda.

Voluntariado - Jefferson Amado

Voluntariado - Jefferson Amado

Um exemplo e que reúno pessoas para praticarem esportes, elas não sabem, mas isto os ajuda em sua saúde diária até que comecem a praticarem voluntariamente e não tenham problemas futuros. Comecei com esta idéia a muito tempo atrás e depois ela foi tomando forma até que se moldou e agora todos os meses reúno pessoas para prática de esportes que elas nunca teriam conhecido ou praticado. Mas só isto não bastava, eu queria ajudar muito mais e foi ai que comecei a ajudar entidades, organizações, ONGs… e só depois de muito tempo percebi que tudo isto teria que ser com qualidade foi ai que em um evento, No auditório do processo seletivo da ONG (www.voluntariado.org.br) que forma contadores de histórias em hospitais, uma senhora re-clama alto: “Que história é essa de fazer curso no sábado?

Não pode faltar, não pode isso, aquilo. E tudo para trabalhar de graça no final!” Passado o estranhamento inicial, percebi que era só uma voluntaria antiga, numa cena criada para fazer drama com o rigor da longa seleção. Brincadeira à parte, o fato é que ela tinha razão no qual eu e outros tantos estávamos pensando.

O que, afinal, reúne ali aquelas 200 pessoas, que poderiam estar dormindo, brincando com os filhos, fazendo uma pós, jogando basket, descendo de rapel, navegando no orkut, facebook, quem sabe? O que me faz acordar cedo num sábado de sol sem plantão para ver uma palestra sobre a morte em pleno Sábado de sol?

Agora que estou no meio da maratona, arrisco um balanço, uma brincadeira com os participantes. Não dá para negar que senti sono em muitas das ocasiões, certo terrorismo com as faltas e algumas dinâmicas sentimentais demais me fizeram pensar o que, afinal, eu fazia ali. Mas também tive lições valiosas e isto é uma das melhores coisas que tirei dos dias que passe junto destas pessoas.

Um dia um amigo próximo me perguntou, mas pra que você faz isto, não basta só ajudar? Preciso saber como ajudar. Pq? Falei pra ele o seguinte.

E se uma criança me pedir água? Penso: daria!? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. E se não quiser histórias?

Por isto precisava me reciclar e percebi que estas crianças, na maioria das vezes voltam com injeções e cirurgias urgentes, é o único “não” que ela pode dar é para nós, voluntários, e merece respeito. É. Não basta aceitar um “exército de bonzinhos” que saiba lidar com situações delicadas. Sim, o treino é longo. Mas perdi um pouco da timidez, conheci obras de arte da literatura infantil, sai da rotina. O processo teve também um (bom) efeito colateral: manter a persistência. Entrar na ala infantil de um hospital de câncer pode ser assustador, ainda mais para quem só fez doações para crianças sem nenhum problema.

O receio de falhar vira mesmo vontade de desistir. Não há curso que prepare para isso, mas ai penso: “Estou há seis meses nessa para nada? Vou tentar mais”. Sigo tentando. E por, enquanto, estou gostando das experiências.

Quer começar nesta batalha de ajudar o próximo? Quer saber por onde começar?
Aqui vão algumas dicas.

– Pense no que quer fazer: há quem prefira tarefas relacionadas à sua profissão ou algo diferente. O importante é ter prazer.

– Leve em conta suas habilidades. De nada adianta ajudar numa oficina de artes se você não tem nenhum talento para a área. – Pense no público com o qual quer atuar. Se não se sentir preparado para interagir com crianças doentes ou moradores de rua, por exemplo, proponha um trabalho administrativo.

– Calcule de quanto tempo dispõe. Algumas ONGS exigem uma periodicidade enquanto outras têm ações mais pontuais.

– Em Paulo, é fundamental levar em conta o deslocamento até a ONG. Se for muito longo, pode desestimular o trabalho.

– Se não puder ir até o local, tente um trabalho a distância. Muitas organizações oferecem essa possibilidade.

– Se você já for um voluntário, seja constante. Se precisar faltar, avise com antecedência, não abandone o trabalho sem avisar aos responsáveis pela ONG. Se tiver algum problema, converse com eles antes de desistir.

– Se a ONG oferecer cursos de reciclagem para voluntários, tente comparecer

Saiba que uma andorinha faz verão sim, então comece a fazer sua parte nesta mudança pra melhor.
Eu faço parte do Centro de Voluntariado de São Paulo
 www.voluntariado.org.br

Jefferson Amado
www.MEADICIONA.com/JeffersonAmado

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Sou da Paz - Jefferson Amado

Sou da Paz - Jefferson Amado

Como parte do meu projeto pessoal de vida “Pírulas da Bondade”, gostaria de mencionar que faço parte do Instituto Sou da Paz a mais ou menos um ano, o instituto é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) que está sediada em São Paulo e há mais de 10 anos e trabalha pela prevenção da violência no Brasil, procurando influenciar políticas públicas nessa área.

Identificada como uma das principais preocupações dos brasileiros, a violência começou a crescer na década de 80 e continuou aumentando nas décadas seguintes. Entre o ano de 1980 e o ano 2000, a taxa de homicídios no País triplicou.

Apesar de afetar as pessoas de forma diferente, esse fenômeno gerou em toda a população uma sensação de medo e insegurança. Em resposta, os governos adotaram primordialmente uma postura reativa e repressiva, defendendo o endurecimento de penas e a construção de prisões como a única solução para o problema. Contudo, essas medidas não tiveram reflexo na queda dos índices.

Para construir soluções eficazes contra a violência é preciso conhecer melhor o problema, buscando informações sobre onde a violência se concentra, qual o público mais atingido, quais as circunstâncias nas quais ela acontece. Com essas informações é possível desenvolver estratégias eficazes para garantir a segurança de todos, sempre combinando ações preventivas com medidas de controle.

Olhando para o modo como a violência se manifesta no Brasil podemos perceber que:

  • A arma de fogo desempenha um papel central. Estudos* afirmam que cerca de 70% dos homicídios no Brasil são cometidos com armas de fogo. Por isso, o Instituto Sou da Paz luta, desde a sua fundação, pelo controle da circulação de armas no País. Em 2003, após um intenso trabalho de mobilização, conseguiu que o Estatuto do Desarmamento fosse aprovado.  (Para saber como foi a luta pela aprovação do Estatuto, clique aqui)
  • Os homicídios se concentram nas periferias das grandes cidades e atingem principalmente os homens jovens. Por isso, o Sou da Paz atua nessas comunidades, em projetos que buscam estimular e fortalecer o protagonismo juvenil, a articulação comunitária e a resolução pacífica de conflitos. (Conheça os projetos da área de adolescência e juventude)
  • A polícia é um órgão fundamental para a  segurança pública e precisa atuar de maneira inteligente, eficaz e próxima da sociedade para atingir resultados concretos na redução da violência. Assim, o Instituto Sou da Paz atua junto dessa instituição, com foco no seu aperfeiçoamento e na disseminação das boas práticas policiais. Leia mais sobre a área de Polícia aqui.
  • As prefeituras têm um papel importante na prevenção da violência. Por isso, o Sou da Paz procura envolver a gestão municipal e presta assessoria a prefeituras na elaboração de diagnósticos da violência e na construção de planos para enfrentar o problema. Saiba mais sobre a área de gestão local de segurança pública.

O trabalho do Instituto Sou da Paz nessas quatro áreas consiste no desenvolvimento de metodologias inovadoras e na promoção de ações de mobilização da sociedade para que esta pressione o poder público em busca de resultados. Com isso, o Sou da Paz pretende inspirar políticas públicas de segurança e estimular as pessoas, agindo em conjunto, para que cada um desempenhe seu papel num problema que é de todos.

Mais do que uma aposta, a atuação de acordo com essas diretrizes e estratégias traz resultados concretos, como a queda nos homicídios que vem acontecendo no País desde 2003 (veja aqui o Relatório “Redução dos homicídios no País” divulgado pelo Ministério da Saúde em 2007). O distrito do Jardim Ângela (leia a história aqui) e a cidade de Diadema (saiba mais aqui), locais conhecidos por seus altos índices de violência e que conseguiram em pouco tempo reverter essa situação, são outros exemplos de que esse é um caminho a ser seguido.

* Estudo do Ministério da Saúde e do Ministério da Justiça: Redução dos Homicídios no Brasil, 2007.

No instituto já participei de algumas atividade neste ano, mas o meu maior intuito e conhecer todos os segmentos para poder ajudar, auxiliar e dar a mão ao meu próximo que precise desta ajuda.

E não esqueça que “Uma andorinha faz verão, sim”.
Fiquem com Deus e tenham um maravilhoso dia.

Jefferson Amado
http://www.MEADICIONA.com/JeffersonAmado

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Jefferson Amado - Doação de Sangue

Sou doador de sangue a mais de 20 anos, um pouco antes de entrar no exercito brasileiro, onde servi na Policia do Exercito, ali no Paraíso.

Não como nos esportes, que a cada seis meses procuro outro esporte para praticar com meus amigos, na doação de sangue sigo firme, a cada 2 meses passo na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (http://www.santacasasp.org.br) para fazer meu pit-stop, pois descobri lá atrás ante desta modinha de ser uma pessoa BOA, que com gestos e atitudes  corretas como a doação de sangue que é um gesto de solidariedade e um ato voluntário e altruísta, que construiremos um futuro melhor para nós e para o nosso próximo.
Com a sua e com a minha doação, nós estamos ajudando a salvar vidas de várias pessoas. É verdade, quem doa sangue doa vida (Era o slogan da campanha do LEO – LIONS CLUB em 1986 em que participei). Faz bem também para você. Porque a satisfação de salvar vidas é a maior recompensa.
Doar sangue pode parecer algo comum, mas não é. Fiquei sabendo que no Brasil, menos de 2% da população doa sangue anualmente. Este número é inferior à recomendação da Organização Mundial da Saúde, segundo a qual as doações devem ser feitas por pelo menos 5% da população do país.
Sempre ouvi os mais velhos falarem que não é perigoso tomar leite com manga e não foi diferente com a doação de sangue, ela ainda fala que doar sangue não faz bem, que engrossa o sangue, que quem doa uma vez é obrigado a doar sempre, que isto que aquilo…
Saiba vovó, que doar sangue é um ato seguro, não vicia, não engorda, nem emagrece. A pessoa que deseja doar sangue deve receber algumas orientações antes de decidir pela sua doação.
Uma informação importante é que a doação não é um meio de se fazer o teste para AIDS ou outra doença, pois há um período entre a infecção e a sua identificação pelos exames laboratoriais, chamado de Janela Imunológica, que pode variar de semanas a meses dependendo do tipo de agente infeccioso.
Durante o período de janela imunológica os testes laboratoriais podem ainda ser negativos e o agente infeccioso pode ser transmitido através da transfusão de sangue.
Lembro-me de quando fiz minha tatuagem, única no corpo, tive que ficar UM LONGO ANO sem doar sangue, por motivos de segurança para quem receberia o meu sangue, isto pra mim foi uma eternidade…
Portanto, se você estiver em dúvida se pode ou não doar sangue, durante a entrevista você poderá conversar com o profissional da saúde e esclarecer suas dúvidas. Da sinceridade e consciência do doador pode depender a saúde de quem receberá a transfusão de sangue.
Então faça como eu, doe sangue e ajude uma vida.
Ah, vale lembrar que a foto acima em que estou doando sangue, foi tirada no dia do meu aniversário.
Quer presente mais gostoso do que este, se doar no dia em que todos estariam esperando um presente?
Eu acredito que uma andorinha faz verão e estou tentando fazer o verão de algumas pessoas.
Esta é uma da minhas PÍRULAS DA BONDADE, aguardem as próximas…
Jefferson Amado

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Gentileza - Jefferson Amado

Gentileza - Jefferson Amado

Quem me conhece sabe que sou um fã de fazer GENTILEZAS e ajudar ao próximo, tudo involuntariamente, nada de cobranças posteriores como muitas pessoas fazem por ai.

Nestas ações involuntárias descobri que poderia ajudar outras pessoas doando muito mais do que dinheiro, roupa ou sapato, poderia doar algo muito mais importante e essencial a vida humana; carinho, afeto, atenção, sangue…

Eu já fazia isto é não sabia, querem um exemplo:

Sou doador de sangue a mais de 20 anos (cada 3 meses me programo e vou efetuar minha doação na Santa Casa de Misericórdia), medula (estou na fila de doadores), córneas e todo os meus órgãos (quando chegar a hora), roupas, sapatos e tudo que não uso mais, são doados a casa de caridades (Casas André Luis, LBV, Igrejas, …) cheguei até à doar uma empresa que tinha, deixei tudo pra trás, pq a outra pessoa estava precisando muito mais que eu. 😉

O melhor de todas estas doações e que me sinto muito bem com tudo isto e não fico apenas nas palavras bonitinhas, ou nas frases feitas, eu estou agindo e tentando mudar a cabeça de outras pessoas para fazerem o bem ao próximo.

Comecei a documentar estas ações em abril deste ano (2010). Agora tenho um material bacana e vou soltando de tempos em tempos para vocês, meus amigos.

Minha mensagens de hoje é:  Faça o bem, sem saber à quem.

Jefferson Amado
http://www.MEADICIONA.com/JeffersonAmado

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